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Banneg inicia plano de expansão em espiral pelo Estado de São Paulo


Modelo traz inúmeras vantagens e favorece o fortalecimento regional das marcas que optam por essa expansão

*Por: Redação

Ao introduzir um negócio no mercado de franquias, o empresário, automaticamente, tem a intenção de expandir sua marca. Não se trata apenas de disponibilizar o nome da empresa para uso de terceiros, mas também a perpetuação da concepção do negócio e seus ideais nas mais variadas localidades. 

Uma marca pode expandir suas unidades na própria cidade onde foi fundada, em outros estados e até mesmo para outros países. No entanto, nem sempre o modelo de negócio oferecido pela marca está apto para ir tão longe no mapa. Iniciar um plano de expansão requer muita análise e cuidados na hora de dar um passo tão importante para o empreendimento. 

Por conta disso, diversas marcas optam por iniciar seu plano de expansão em espiral: o modelo faz jus ao nome e começa num ponto (a matriz, por exemplo) e vai crescendo em volta desse local de forma ordenada e controlada. “O objetivo da expansão em espiral é fortalecer a marca localmente para atrair mais investidores. A partir daí é possível abrir mais unidades com segurança, conhecendo o mercado a fundo e apostando em lugares certeiros para a marca”, é o que diz Edmundo Nogaroto, diretor de expansão do Banneg - Banco de Negócios que iniciou seu plano de expansão em espiral pelo Estado de São Paulo recentemente.

Atuando no mercado de crédito, o Banneg possui parceria com mais de 20 bancos no Brasil e oferece produtos como consórcio de imóveis, automóveis, caminhões e serviços; financiamento de automóveis; refinanciamento de imóveis e automóveis; consignados e consignados privados, entre outros.

Opção que dá certo 

Aposta certeira para a expansão de franquias, o modelo traz uma série de vantagens em comparação ao modelo de expansão dispersa, como, por exemplo, melhor suporte ao franqueado, menor custo de abastecimento das unidades franqueadas e previsibilidade do negócio. 

Expandir para locais muito distantes da matriz pode até trazer mais visibilidade ao negócio na conquista de novos mercados, mas o custo certamente será maior. “Nossa sede fica em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e é claro que é ótimo para a marca atuar no Pará, por exemplo, mas os custos operacionais com suporte e treinamento ao franqueado custariam muito caro. Aí entram passagens aéreas, hospedagem... tudo num estado muito distante. Por isso, decidimos expandir, por enquanto, em nosso estado natal: conhecemos o mercado paulista e sabemos lidar com ele”, explica Nogaroto.

De fato, estimular resultados num mercado conhecido pode ser uma melhor opção do que desbravar novos locais. Dessa forma, como comentou Nogaroto, é possível prever cenários, solucionar problemas de maneira mais eficiente (uma vez que eles já são conhecidos) e definir quais as melhores estratégias para o negócio. 

“Toda rede de franquias quer ver o negócio crescer, mas expandir sem ter visão e análise da região escolhida pode custar muito caro e até manchar o nome da marca”, diz o diretor. A expansão em espiral é a alternativa segura para que isso não aconteça: franquias que optam por esse modelo crescem na mesma região, aumentando as chances do negócio dar certo em termos de logística, custo-benefício e oferta e procura (como a marca já está consolidada na região o público tem um maior aceitamento pelos produtos e serviços prestados pela rede).

No caso do Banneg, o intuito em expandir através do modelo espiral vai de acordo com o movimento de interiorização das franquias que segue uma trajetória crescente no estado de São Paulo. “É notável o potencial de consumo do interior que, em muitas situações, oferece melhores condições de empreender do que as grandes capitais. Os custos operacionais são mais baratos e a qualidade de vida é bem melhor”, comenta Nogaroto. Em 2017, o mercado de franquias faturou R$ 65,071 bilhões apenas no estado de São Paulo que tem os melhores resultados do franchising, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Além disso, Rio Preto é destaque no setor: o município ocupa a segunda posição na lista da ABF das 20 maiores cidades do estado em números de franquias e, atualmente, conta com 602 unidades. “Optamos por expandir em cidades da região por conta de Rio Preto ser um case de sucesso no franchising. Nosso foco está em mercados que se pareçam com o nosso, com as mesmas características e oportunidades”, fala o diretor. 

Para 2019, além de expandir na região de São José do Rio Preto, a expansão em espiral do Banneg espera chegar às regiões de Presidente Prudente, Bauru, Sorocaba, Campinas, São José dos Campos e na capital paulista.