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Você conhece o mercado do cérebro? Franquia de ginástica cerebral oferece curso para memória, raciocínio e autoestima

Busca por qualidade de vida tem impulsionado a franquia SUPERA que oferece curso para melhorar a capacidade cerebral. A rede aumentou em 8 vezes seu faturamento nos últimos 5 anos

*Por: Redação

Os brasileiros preocupados em cuidar do corpo e da mente para melhorar seu desempenho e a qualidade de vida estão movimentando o mercado do cérebro. Há cinco anos, os empreendedores que enxergaram esta oportunidade já estão colhendo os frutos de uma aposta ousada.

Neste período, a Franquia SUPERA, pioneira no segmento, aumentou em oito vezes o faturamento da rede. Os franqueados relatam procura cada vez maior.

A carioca Thatiana Tavares, fisioterapeuta de formação, investiu de olhos fechados na franquia de escola SUPERA, que oferece um curso para memória, raciocínio e autoestima. À época com 31 anos, ela entregou todas as suas economias e esforços para realizar dois sonhos: abrir sua própria empresa e ajudar pessoas.

"Quando eu fiz um ano de franqueada, tive um crescimento de 100% em faturamento e alunos. Foi um retorno bem rápido, porque normalmente se consegue ter um crescimento considerável como esse em dois ou três anos", declara a franqueada de sucesso.

Hoje ela é dona de uma unidade no Rio, SUPERA Tijuca, e está fazendo a diferença na vida de seus alunos. O curso de ginástica para o cérebro, além de desenvolver habilidades cognitivas, melhora a autoestima, a sociabilização e a saúde da mente de um modo geral.

Por isso, o curso da franquia de escola está presente em todas as regiões do Brasil. São 350 unidades em operação e mais de 120 mil alunos treinados. Em 2018, a franquia inaugurou uma unidade por semana, totalizando 55 escolas abertas da marca.

No primeiro semestre de 2019, foram 44 franquias sendo abertas de norte a sul do país. E este número tende a se manter crescente.

Isso se deve ao modelo de negócios, que possui uma metodologia exclusiva - com embasamento pedagógico e neurocientífico –, que usufrui de um bom momento.

Hoje, a maioria dos alunos da rede tem mais de 60 anos de idade. O público pertencente a esta faixa etária deve ser duas vezes maior em 2050, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por outro lado, a OMS aponta que a doença de Alzheimer, que hoje afeta entre 24 e 37 milhões de pessoas, atingirá 115 milhões. Portanto, o bem-estar dos idosos é hoje um dos maiores desafios globais.

O curso de ginástica para o cérebro posterga o aparecimento dos sintomas do Alzheimer, fazendo, por vezes, com que a pessoa não venha a desenvolver a doença ou que os sintomas não evoluam.

Além disso, a prática desenvolve ainda habilidades cognitivas, como memória, concentração, raciocínio, criatividade; e socioemocionais, como autoestima, capacidade de resolver problemas, relacionamento inter e intrapessoal, automotivação.

Sônia Cunha, franqueada do SUPERA Niterói comprova o fato por meio da vivência entre os alunos. "Nós temos depoimentos fantásticos de alunos que realmente mudaram na escola, no trabalho e melhoraram a qualidade de vida. Esses depoimentos nos deixam muito felizes, porque a gente não faz um trabalho só para ganhar dinheiro. Temos a satisfação de estar trabalhando com um produto realmente efetivo", afirma ela.

O desenvolvimento dessas capacidades vai ao encontro das informações contidas no relatório The Future Jobs*, produzido pelo Fórum Econômico Mundial em 2016. No documento, estão descritas as mudanças socioeconômicas, geopolíticas e demográficas que terão impacto direto no mercado de trabalho.

Entre as 10 habilidades mais demandadas para 2020, de acordo com o relatório, estão “resolução de problemas complexos, criatividade e pensamento crítico”, entre outras. Todas elas podem ser desenvolvidas com a prática de exercícios para o cérebro.

“A ginástica para o cérebro se baseia nos conceitos de novidade, variedade e desafio crescente. Uma vez que estimulamos nossos neurônios com estímulos, criamos novas conexões entre eles. Isso faz com que nosso cérebro tenha uma rede neuronal robusta e forte, desenvolvendo habilidades e criando o que os neurocientistas chamam de ‘reserva cognitiva’, ou seja, a resistência da mente às lesões do cérebro”, explica Solange Jacob, Diretora Acadêmica do Método SUPERA.


Para saber mais, acesse www.franquiaeducacional.com .