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Empresas pioneiras nascem da perspicácia de seus fundadores e hoje faturam milhões


undadores da Mary Help, Folks Pub Sertanejo e SuperGeeks contam como suas ideias viraram empresas inovadoras no mercado e se consolidaram no setor

*Por: Redação

Ter uma ideia, ser visionário, estudar a necessidade de um determinado público e estruturar um negócio que atenda essa parcela da população antes de todo mundo. Colocar em prática e ver o negócio ir tão bem que ele se torna referência, faturar milhões e se consolidar no setor é a receita do sucesso dessas grandes redes. 

Desbravar assim e abrir caminhos é um talento que apenas alguns empresários possuem. Ter a ideia e executá-la primeiro foi o que aconteceu com o José Roberto Campanelli, fundador da Mary Help. A rede é a primeira a criar um sistema que aproxima diaristas e prestadores de tarefas domésticas a clientes que buscam pelos serviços com qualidade e segurança. Agora, ambos estão distantes apenas por uma ligação, alguns cliques em um site e mais recentemente, via aplicativo de celular.

Em 2011 o empresário passou por uma necessidade própria quando precisou de uma diarista e não conhecia nenhuma (muito menos uma com referência sobre seus serviços). Viu então a oportunidade de criar o serviço. “Naquele momento percebi que poderia montar um negócio que oferecesse exatamente isso. Um local onde as pessoas pudessem encontrar prestadores de serviços domésticos de forma prática e simples”, conta o Campanelli. Estava sendo criado o conceito da Mary Help, que em 8 anos já possui quase 110 unidades em todo o país e é responsável por 500 mil diárias por ano.

A Mary Help revolucionou esse mercado e serviu de inspiração para outras redes que vieram mais tarde. O empresário fundador teve a astúcia de ver que a sua necessidade também era a de outras pessoas e que então poderia aproveitar o momento. Ele também não teve medo de arriscar em algo que ainda não existia. Na criação da empresa, foram investidos cerca de R$30 mil e a rede hoje fatura anualmente em torno de R$ 35 milhões.

“Quando vejo o nosso trabalho fico muito satisfeito, porque além de ter conseguido criar um negócio ótimo para mim, com a franquia conseguimos criar um excelente negócio para outros também. Nossos franqueados faturam cerca de R$60 mil mensais e entregam um ótimo serviço para os clientes. Impactamos a vida de quem busca um bom serviço e também aproximamos quem tem esse serviço para oferecer de quem o busca”, comenta Campanelli. 

Outra empresa que também criou um negócio pioneiro foi o Folks Pub Sertanejo. Em 2014, a união de três jovens empreendedores, que almejavam desenvolver uma experiência única e divertida para os fãs do gênero sertanejo, deu origem ao Folks. Então, com um ambiente propício para a interação e a socialização de uma forma inovadora e divertida, criaram um Pub diferenciado e autêntico: um Pub Sertanejo. Inspirado em Londrina, cidade enraizada pela cultura inglesa e berço do Sertanejo universitário.

O interior decorado com referências aos clássicos filmes de velho oeste e os móveis e objetos em madeira alinhados ao palco próximo do público, formam o clima acolhedor e intimista do Pub.  “O Folks Pub Sertanejo é o resultado de um processo criativo e inovador que une a elegância do Pub e a cultura Sertaneja. Novos amigos e velhos amigos. Não há estranhos aqui”, afirma o cofundador JP Albuquerque. 

O sucesso em Londrina confirmou a necessidade de expandir para outras cidades brasileiras. A partir daí, surgiu o processo de expansão da marca. Com a segunda casa inaugurada em 2016, na cidade de Presidente Prudente. Depois, consecutivamente em Sorocaba, Campinas e São Paulo. Em 2019, eles ingressaram no franchising e a previsão é de fecharem o ano com um faturamento de R$20 milhões.

Atualmente, a rede conta com 5 unidades em operação e possui uma carta de drinks originais com opções inusitados como, por exemplo, os drinks na Bota (bebida servida em uma bota de cowboy) e a Banheira do Woody (que tem em sua composição: Gin, licor de cassis, limão e água tônica). “Queremos que cada cliente tenha uma experiência divertida e acreditamos que o atendimento diferenciado com produtos de alta qualidade são os nossos segredos. O Folks representa, portanto, uma união cultural inovadora da cordialidade britânica com o calor e a receptividade Brasileira”, comenta.

Outra ideia que também levou ineditismo ao setor foi a da SuperGeeks. Empreendedor nato e programador desde os 12 anos, Marco Giroto uniu sua expertise à de sua esposa, Vanessa Ban, formada em letras, para criar a primeira e maior escola de programação e robótica para crianças e adolescentes do país.

O conceito da SuperGeeks surgiu em 2012, no Vale do Silício (EUA), onde o casal morava. Lá perceberam que escolas, empresas e políticos estavam se mobilizando para ensinar Ciência da Computação para crianças e adolescentes. Amantes da tecnologia e da educação, Giroto e Ban, fundaram a marca e trouxeram o conceito ao Brasil. Para saber se o negócio daria certo em terras brasileiras, eles criaram um site para sentir a receptividade da população.

Ao retornarem ao país em 2014, totalmente sem dinheiro, eles decidiram colocar em prática a SuperGeeks e alugaram uma sala em São Paulo para reunir as pessoas que demonstraram interesse através do site. Embora todo começo seja difícil, eles se surpreenderam, pois logo de início conseguiram 40 matrículas para os cursos de programação. Então, juntaram as economias que tinham e com R$ 12 mil compraram computadores, conseguiram um espaço maior e iniciaram as aulas. O franchising veio logo no ano seguinte. Hoje já são mais de 60 unidades e 5 mil alunos matriculados.

A SuperGeeks prepara crianças para demandas futuras e que façam parte de uma massa digital qualificada e preparada. A rede oferece cursos de ciência da computação com metodologia exclusiva, o que inclui Regulares (Ciência da Computação, Robótica, SuperMath ou SuperKids – semestrais/anuais), Extras (Youtuber, Programação em Roblox ou Programação no Minecraft – bimestrais) e QuickCodes (Criando Games 2D ou Robótica com Arduíno – mensais). São crianças entre 05 e 17 anos que fazem cursos para aprender ciência da computação a partir do desenvolvimento de games, conhecimento em robótica, realidade virtual e aumentada, inteligência artificial e também da criação de aplicativos e sistemas web, incluindo questões de redes de computadores e servidores.