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Com projeção de faturamento de R$ 52 milhões para este ano, Happy Code chega à Espanha

Maior rede de escolas de programação, maker e robótica para crianças e adolescentes do Brasil e de Portugal amplia atuação internacional e inicia operações na Espanha

Por: Redação

A Happy Code - maior rede de escolas de programação, maker e robótica para crianças e adolescentes do Brasil, de Portugal, e a terceira maior no mundo - chega à Espanha. Com faturamento de R$ 30 milhões em 2019, a escola passou de duas unidades, em 2015 em meio à crise econômica, para 130 franquias no ano passado e com presença em mais de 150 escolas em todo o país.

Com cerca de 25 mil alunos, incluindo unidades franqueadas, escolas (aplicação do sistema de ensino), cursos de férias e rápidos, a Happy Code está expandindo seu negócio para a Espanha. O objetivo é incluir seu método em pelo menos três escolas de Barcelona ainda este ano. Para os próximos três anos, a expectativa é alcançar 50 escolas no país.

Atualmente, a Happy Code conta com 15 unidades na Europa, sendo 50 escolas parceiras em Portugal, e uma unidade na Angola. "Apesar de fundamental, o ensino de programação e os benefícios que o pensamento computacional pode trazer ainda são pouco explorados. Tanto o crescimento, quanto a chegada da Happy Code à Espanha vêm para reforçar a importância do ensino de programação para crianças e adolescentes em um momento em que há uma escassez de profissionais qualificados na área de tecnologia", acrescenta Rodrigo Santos, CEO da Happy Code.

Para 2020, a rede, que está entre os dez players mundiais do mercado, prevê faturamento de R$ 52 milhões, chegando a 200 unidades no Brasil. Além disso, a rede pretende alcançar 400 escolas, incluindo as grades intra e extracurricular, e levar o ensino de programação para 40 mil crianças e adolescentes.

O desempenho da Happy Code acompanha o crescimento do segmento de serviços educacionais. De acordo com Dados da Associação Brasileira de Franchising, as redes de franquias de educação faturaram R$ 11,4 bilhões em 2018. Já no primeiro trimestre de 2019, a receita foi de R$ 2,8 bilhões, um crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período do ano passado.