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Microfranquia mira a capital paulista, com investimento de R$ 33 mil e opção de trabalho homeoffice

 

IP School lança-se oficialmente no sistema de franchising, com opção de microfranquia com investimento de R$ 33 mil para interessados em empreender na capital paulista e trabalhar em home office 

Por: Redação
 
Ainda é possível investir no segmento de Ensino de Idiomas, mesmo com a concorrência? A resposta é sim – se você buscar uma bandeira que ofereça uma nova proposta e resultados efetivos aos alunos, com alta lucratividade ao franqueado. “Estudando o mercado e as possibilidades existentes, entendemos que fluência em inglês e lucro podem caminhar lado a lado”, explicam Fábio Ferreira, Márcio Cafezeiro e Rauel Araruna, jovens franqueadores da IP School – Inglês Particular. Como eles estão conseguindo ensinar as pessoas a falar inglês e os franqueados a ter o retorno do investimento em suas franquias, efetivamente? Fazendo tudo diferente do que o mercado faz.

Inglês particular ‘and burn the books’

O mercado de franquias de ensino de idiomas funciona mais ou menos assim: as franqueadoras são editoras de livros, que vendem ao franqueado à vista, enquanto os franqueados vendem os livros aos alunos a prazo e cobram deles também uma mensalidade pelas aulas. Assim, é lucrativo manter aquele aluno por anos em cursos, para que eles comprem mais e mais livros e paguem mais mensalidades. “Não é à toa que o Brasil é o país com o maior número de escolas de idiomas e o menor número de pessoas fluentes em inglês: apenas 3% da população. Vender livros é, portanto, um grande negócio”, diz Márcio Cafezeiro, franqueador da IP School.

A IP School nasce com uma proposta bem diferente: os alunos têm aulas particulares, que podem ser ministradas pessoalmente ou online. A metodologia é exclusiva e baseada na Programação Neurolinguística*, com método fonético, suporte gradual, mapeamento dos objetivos do aluno, de sua proficiência atual e de seu perfil para o desenvolvimento de um plano de aprendizado. “Temos aulas personalizadas, bem como o conteúdo, de forma que o aluno realmente aprenda. Rompemos barreiras porque respeitamos as dificuldades apresentadas pelo aluno, bem como sua história e seu aprendizado anterior”, explica Cafezeiro, responsável pela área pedagógica da marca.

A IP School – Inglês Particular não trabalha com livros e oferece materiais gratuitos aos alunos. “Todas as atividades de apoio são ofertadas gratuitamente aos alunos e não temos livros. Aliás, nosso método é baseado no conceito ‘burn the books’, no bom sentido, claro, porque acreditamos que os livros tradicionais de ensino de inglês apenas prendem o aluno comercialmente a uma marca”, explica o especialista.

Ensino personalizado

Na IP School – Inglês Particular, os trainers (professores) são livres para ensinar de forma personalizada. Conforme o mapeamento das características dos alunos, eles criam as aulas, de forma a respeitar os gostos pessoais, a vivência, as experiências e a individualidade do aluno. Assim, desenha-se o conteúdo e a abordagem.

Há, por exemplo, um professor que faz bastante sucesso com adolescentes, ao lhes ofertar aulas com videogame, nas quais joga com os alunos, desenvolvendo o conteúdo das aulas enquanto eles se divertem. O mesmo professor já treinou em academia e fez compras com outros alunos, levando a campo conceitos aplicados durante as aulas. “Nada foi forçado por nós. O professor teve as ideias e combinou com os alunos a aplicação delas. Nós damos o suporte e eles interagem, como preferirem. É importante que os alunos sintam o idioma no cotidiano, na realidade, porque é justamente nesses momentos que mais precisarão conversar e os estamos preparando para a vida. É justamente o que desejamos: alunos fluentes em suas necessidades”, diz Cafezeiro.

Na metodologia da IP School – Inglês Particular, também não há problema de o aluno receber orientações em Português. “Sentimos que alguns alunos têm medo de entrar em uma aula, pela primeira vez, e ficarem perdidos, porque o professor fala com eles o tempo todo em inglês e eles nada entendem. Como nosso conteúdo é 100% personalizado, alunos iniciantes podem receber ensinamentos em Português, até estarem prontos para interagir o máximo possível em inglês. A ideia é que se desenvolvam e tenham segurança. Se impusermos menos regras rígidas, certamente eles se soltarão e aprenderão com mais desenvoltura”, acredita o profissional

*Programação Neurolinguística é uma metodologia que estuda o aprendizado comportamental, para entender como o cérebro trabalha com as informações e experiências. Assim, pretende, por meio de exercícios, reprogramar a mente para aprimorar todos os âmbitos da vida.

A franquia IP School – Inglês Particular

Com essa proposta inovadora, a IP School – Inglês Particular lança oficialmente sua franquia para interessados em operar em cidades do estado de São Paulo.

Criada em 2015, a marca possui seis escolas físicas, sendo quatro delas na capital paulista (Tatuapé, Santana, Pompeia e Avenida Paulista) e duas na região metropolitana (Guarulhos e Mogi das Cruzes). “São três unidades próprias e três franqueadas. Pretendemos abrir mais oito unidades em 2021 e totalizar 60 franquias em 2025”, contabiliza Rauel Araruna, sócio responsável pela Expansão.

A IP School – Inglês Particular oferece duas formatações de franquia. A microfranquia da marca requer investimento a partir de R$ 33 mil e oferece a oportunidade de o franqueado trabalhar com a franquia online, sem necessidade de instalações físicas. “Ele recebe o direito de explorar determinada região, com todo treinamento e suporte da franqueadora”, fala Araruna.

Já a franquia física exige investimento a partir de R$ 149 mil, já com a taxa de franquia, capital de giro e instalações inclusas, para uma escola de 150 m2. O franqueado também atuará em uma localidade pré-definida, recebendo treinamento e suporte da franqueadora.

“Nossa intenção é a de mudar a vida das pessoas por meio do ensino do inglês. Queremos formar pessoas, capacitá-las para o que elas desejam, seja para uma nova oportunidade no trabalho, para utilizarem o idioma em uma viagem ou para realização pessoal. Não queremos que o aluno passe a vida estudando o idioma, mas tenha o aprendizado completo, em tempo hábil, de forma a sentir-se preparado e não desistir de estudar, porque é possível ser fluente. Não temos medo de que isso aconteça porque é justamente com esse objetivo que cresceremos e conquistaremos novos alunos”, finaliza Fábio Ferreira, sócio responsável pelas questões administrativas da IP School – Inglês Particular.

A proposta da marca para a capital paulista

A IP School pretende expandir-se na cidade de São Paulo com escolas físicas e microfranquias. “Fizemos um amplo estudo do mercado e percebemos uma carência em serviços personalizados, como os nossos, já que a maioria das escolas trabalha pelo método tradicional. Na capital paulista, há uma grande oportunidade de atender empresas, fazer convênios e existe uma demanda latente de quem realmente precisa falar inglês e está cansado de tentar e não aprender. Por isso, existe muita oportunidade de crescimento. Existem regiões em que é possível implantar escolas e, em outras, o franqueado poderá trabalhar em home office, com microfranquia, atendendo clientes virtualmente ou mesmo em empresas. Temos um mapeamento dos municípios que mostra essas opções”, explica Araruna.